CURSOS DE NIVELACIÓN DE MATEMÁTICAS PARA EMPRENDEDORES UNIVERSITARIOS:

UN ANÁLISIS DE LAS PROPUESTAS DEL PROGRAMA EXTENSIONISTA XXXXX

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22407/2176-1477/2026.v17.2825

Palabras clave:

matemática, cursos de nivelación, extensión, enseñanza de la química

Resumen

Este trabajo busca discutir los impactos de la realización de los Cursos de Nivelación en Matemática como una de las acciones desarrolladas en el Programa Extensionista Café en la Química organizado por el Instituto de Química de la Universidad Federal de Uberlândia, desde el año 2020. Estos cursos abordan los contenidos básicos de Matemática, en el ámbito de la Educación Básica, que serán necesarios en la conducción de los componentes curriculares en los que la Matemática será empleada. La metodología del curso de nivelación se basó en el seguimiento de las entregas diarias de actividades por parte de los estudiantes, mediado por las directrices de los tutores y cuantificado por los índices de respuestas correctas y participación hasta el final del curso. Esta investigación se basó en un enfoque cualitativo-cuantitativo, mediante el uso de análisis estadísticos en la interpretación de los datos construidos por los cuestionarios que fueron aplicados en la Quinta Versión del Programa, en 2022. Los resultados revelaron que los cursos atrajeron a estudiantes de diversas áreas, especialmente las exactas y agrarias. Los participantes evaluaron bien la metodología del curso, aunque algunas personas reportaron dificultades en la interpretación de algunas actividades. A partir de los relatos de los cursistas, la realización de los Cursos de Nivelación impactó positivamente sus vidas académicas, evidenciando su potencial para fortalecer los fundamentos matemáticos y desarrollar habilidades cognitivas esenciales. Los resultados resaltan la importancia de estos cursos para estudiantes de primer año y universitarios, proporcionando una base preparatoria para las disciplinas iniciales, como el Cálculo Diferencial e Integral y la Termoquímica.

Biografía del autor/a

  • Guilherme Mendonça Rodrigues, Instituto de Química da Universidade Federal de Uberlândia

    Mestrando em Química na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), na área de Educação Química, e licenciado em Química pela mesma instituição (2023). Participou como bolsista nos Programas de Extensão Café na Química (2020-2023) e Residência Pedagógica (2018-2020). Desenvolveu trabalhos acadêmicos sobre mapas conceituais, cursos de nivelamento de aprendizagem, ensino de modelos atômicos e materiais didáticos para alunos com deficiência visual, recebendo Menção Honrosa durante o XXXIII ERSBQ-MG. Ao longo da graduação, atuou como representante discente no colegiado do curso de Química entre os anos de 2018 e 2020, participando da reformulação curricular do mesmo curso, e no conselho do Instituto de Química (IQUFU) entre 2022 e 2023. Neste mesmo período, exerceu, como servidor terceirizado, a função de responsável pelo Almoxarifado do IQUFU, implementando melhorias na armazenagem de produtos químicos.

  • Fábio Augusto do Amaral, Instituto de Química da Universidade Federal de Uberlândia

    Doutor em Ciências, ênfase em Eletroquímica pela Universidade Federal de São Carlos (2005), possui mestrado em Química pela Universidade Federal de São Carlos (2001), graduação em Bacharelado em Química com Atribuições Tecnológica (1997) e graduação em Licenciatura em Química pela Universidade Federal de São Carlos (2001). Atualmente é diretor do Instituto de Química (janeiro de 2021) e professor associado 4 da Universidade Federal de Uberlândia (março de 2010), atuando no ensino de Química para os cursos de Química Industrial/Licenciatura em Química e Engenharia Ambiental e Sanitária, atuando no Programa de Pós-graduação em Qualidade Ambiental. É coordenador do Laboratório de Energia e Tratamento de Efluentes-LAETE-IQUFU. Tem experiência na área de fontes renováveis, com ênfase em síntese de coagulantes naturais a partir de resíduos agrícolas para aplicação no tratamento de efluente industrial e em eletroquímica, na área de armazenamento de energia, materiais compósitos e sensores eletroquímicos.

  • Ana Paula Silva, Programa de Pós-graduação em Qualidade Ambiental

    Possui graduação em Licenciatura Plena Em Matemática pela Universidade Federal de Uberlândia(2010), especialização em Docência na Diversidade para Educação Básica pela Universidade Federal de Uberlândia(2014). Possui Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Educação Especial e Mediação Pedagogica no AEE(Atentimento Educacional Especializado) . Atualmente é Professora efetiva na Escola Estadual Prof Inácio Castilho. Tem experiência nos ensinos fundamental, médio (regular) e médio(Educação de Jovens e Adultos). Tem experiência abrangente em Educação Inclusiva, abordando atividades educativas voltadas para jogos. Além disso, atua como colaboradora da Comissão Organizadora dos Conteúdos niveladores de Matemática (Cálculo Integral e Diferencial II), promovido pelo Instituto de Química (IQUFU) da Universidade Federal de Uberlândia. Mestranda do Programa de Pós Graduação em Qualidade Ambiental, da Universidade Federal de Uberlândia.

  • Rafael Martins Mendes, Instituto de Química e Biotecnologia/Universidade Federal de Alagoas

    Professor Adjunto do Instituto de Química e Biotecnologia - IQB - da Universidade Federal de Alagoas do Campus Maceió. Doutor em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Uberlândia FACED/UFU (2022). Mestre em Química, com ênfase em Educação Química, pelo Instituto de Química da Universidade Federal de Uberlândia IQUFU (2013). Eu possuo graduação nos cursos de Licenciatura em Química e Bacharelado em Química pelo IQUFU (2010). Eu possuo graduação em Pedagogia, modalidade Licenciatura, pela Universidade Pitágoras Unopar (2020). Eu fui bolsista, na graduação, de Iniciação Científica do CNPq (2007-2010) no IQUFU e; eu fui bolsista, na pós-graduação, de doutorado pela Capes (2018-2021) na FACED/UFU. Eu participo do grupo de pesquisa Gepae Grupo de Estudos e Pesquisas em Avaliação Educacional, desde 2014. Tenho dedicado meus estudos no campo da Educação e, em particular, à Educação Química na linha de Saberes e Práticas Educativas. Atuo nos seguintes temas: Educação de Jovens e Adultos; Formação Docente; organização do trabalho pedagógico; relações entre as aprendizagens, avaliação e ensinagens; práxis e práticas pedagógicas; Avaliação educacional, com ênfase na avaliação formativa.

Referencias

AMARAL, L. B. Estudo de caso aliado à sala de aula invertida: repensando o ensino de química. Orientadora: Luciana Passos Sá. 2022. 55 p. Trabalho de conclusão de curso (Licenciatura em Química) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2022. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/234150. Acesso em: 12 abr. 2023.

ANDRADE, L. M. Uma abordagem Matemática no ensino de cálculo estequiométrico. 2021. 122 f. Dissertação (Mestrado em Matemática em Rede Nacional) - Universidade Federal de Goiás, Catalão, 2021.

ARNDT, E. L. C. Alfabetização cartográfica e metodologias ativas no contexto do ensino remoto. 2022. 144 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Programa de Pós-Graduação em Geografia, Universidade Federal do Tocantins, Porto Nacional, 2022.

BARBOZA, A. K. A. A (inter) relação da Matemática e a química: uma visão pontual de alunos do 1º ano do ensino médio. Orientador: Márcio de Sousa Góes. 2016. 35 p. Trabalho de conclusão de curso (Especialização em ensino de ciências e Matemática para séries finais: Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano) - Universidade Federal da Integração Latino-Americana, Foz do Iguaçu, 2016. Disponível em: https://dspace.unila.edu.br/handle/123456789/1758. Acesso em: 2 maio 2023.

BOGDAN, R.; BIKLEN, S. - Características da investigação qualitativa. In: Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Porto: Porto Editora, 1994.

BRASIL. Lei 5.540 de 28 de novembro de 1968. Fixa normas de organização e funcionamento do ensino superior e sua articulação com a escola média, e dá outras providências. Brasília: 1968.

BRASIL. Constituição de 1988. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: 1988.

BRASIL. Lei 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília: 1996.

BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Secretaria da Educação Média e Tecnológica. Brasília: 2000.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.

CHIZZOTTI, A. Pesquisa em ciências humanas e sociais: evolução e desafios. Revista Portuguesa de Educação, v. 16, n.2, Universidade de Minho: Braga, 2003.

CHIZZOTTI, A. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez, 2006.

DAMASCENO, L. R. L.; LISBOA, M. M.; SOUSA, L. R. M.; VALENTE, T. M. F.; RODRIGUES, A. G. Impacto positivo do PCNA-UFPA no perfil acadêmico dos seus monitores-voluntários. In: XLVIII Congresso Brasileiro de Educação em Engenharia e III Simpósio Internacional de Educação em Engenharia da ABENGE, Caixias do Sul, 2020. DOI http://dx.doi.org/10.37702/COBENGE.2020.3346. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/349038035_IMPACTO_POSITIVO_DO_PCNA-UFPA_NO_PERFIL_ACADEMICO_DOS_SEUS_MONITORES-VOLUNTARIOS. Acesso em: 7 mar. 2023.

FEITOSA, K. C. O uso das TICs no ensino de química: Impactos durante e pós pandemia de COVID-19. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do curso de Licenciatura em Ciências, ao Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas da Universidade Federal de São Paulo – Campus Diadema. 2025. Disponível em: O uso das TICs no ensino de química: impactos durante e pós pandemia de COVID-19. Acesso em: 08 abr. 2026.

FORPROEX, Política Nacional de Extensão Universitária. Fórum de Pró-reitores das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras, 2012.

FREITAS, A.; BENDER, C. R.; IRALA, V. B.; SANTOS, G. C.; MINHOS, M. R.; CHAVES, W. S. Sala de aula invertida: percepções docentes e discentes a partir de um relato de experiência das aulas de tópicos em química na pós-graduação. Revista Brasileira de Ensino de Ciências e Matemática, [s. l.], v. 4, n. 1, p. 458-481, 2020. Disponível em: http://seer.upf.br/index.php/rbecm/article/view/11285. Acesso em: 23 maio 2023.

FREITAS, L. P. S. R.; CAMPOS, A. F. O Método de Estudo de Caso de Harvard mediado pela Sala de Aula Invertida na mobilização de conhecimentos no ensino-aprendizado de Química. Educ. quím, México , v. 29, n. 3, p. 22-34, 2018. DOI https://doi.org/10.22201/fq.18708404e.2018.3.63711. Disponível em: https://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0187-893X2018000300022. Acesso em: 24 maio 2023.

GADOTTI, M. Extensão universitária: para quê. Instituto Paulo Freire, v. 15, p. 1-18, 2017. Disponível em: https://www.paulofreire.org/images/pdfs/Extens%C3%A3o_Universit%C3%A1ria_-_Moacir_Gadotti_fevereiro_2017.pdf. Acesso em: 20 maio 2023.

GAMBOA, S. A. S. Quantidade-qualidade: para além de um dualismo técnico e de uma dicotomia epistemológica. In: SANTOS FILHO, José Camilo dos. (org.) Pesquisa educacional: quantidade-qualidade. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2013. cap. 3, p. 83-107.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 175 p. ISBN 85-224-3169-8. Disponível em: https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/150/o/Anexo_C1_como_elaborar_projeto_de_pesquisa_-_antonio_carlos_gil.pdf. Acesso em: 15 dez. 2022.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2018.

LEINIG, C. E. Percepções dos estudantes sobre o uso das metodologias ativas na disciplina Terapia Nutricional da Gestação à Adolescência do curso de Nutrição de uma Universidade em Curitiba-PR. Revista Brasileira de Ensino Superior, v. 4, n. 4, p. 101-116, 2018. Disponível em: Percepções dos estudantes sobre o uso das metodologias ativas na disciplina Terapia Nutricional da Gestação à Adolescência do curso de Nutrição de uma Universidade em Curitiba-PR | Leinig | Revista Brasileira de Ensino Superior. Acesso em: 22 mai. 2023.

LIMA-JÚNIOR, C. G.; CAVALCANTE, A. M. A.; OLIVEIRA, N. L.; SANTOS, G. F.; MONTEIRO-JÚNIOR, J. M. A. Sala de aula invertida no ensino de química: planejamento, aplicação e avaliação no ensino médio. Revista Debates em ensino de Química, v. 3, n. 2, p. 119-145, 2017. Disponível em: https://www.journals.ufrpe.br/index.php/REDEQUIM/article/view/1787. Acesso em 14 mar. 2023.

MASOLA, W. J.; VIEIRA, G.; ALLEVATO, N. Ingressantes na Educação Superior e suas Dificuldades em Matemática: uma Análise das Pesquisas Publicadas nos Anais dos X e XI ENEMs. In: ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, v. 12, p. 1-13, 2016. Disponível em: http://www.sbembrasil.org.br/enem2016/anais/pdf/4840_2593_ID.pdf. Acesso em 11 fev. 2022.

MELO, A. D. Q.; SALDANHA, S. M. C. A retenção dos alunos da Licenciatura em Química do IFCE, campus Quixadá: uma análise. Educação, Escola & Sociedade, v. 13, n. 15, p. 1-16, 2020. Disponível em: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rees/article/view/1980/2688. Acesso em: 22 mai. 2023.

MORAES, R.; GALIAZZI, M. do C. Análise textual discursiva. Ijuí: Unijuí, 2016.

MINAYO, M. C. de S. (Org.). Pesquisa Social. 22 ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

NASCIMENTO, F. G. M.; ROSA, J. V. A. Princípio da sala de aula invertida: uma ferramenta para o ensino de química em tempos de pandemia. Brazilian Journal of Development, v. 6, n. 6, p. 38513-38525, 2020. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/11816/9880. Acesso em: 23 mai. 2023.

NASCIMENTO, S. C. C.; GAMA, L. R. O.; HOMCI, R. B.; SILVA, F. R. B. C.; COSTA, K. L. F. A Gamificação aplicada ao estudo de Química elementar em um curso de nivelamento. Brazilian Journal of Development, v. 6, n. 12, p. 94750-94759, 2020. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/21059. Acesso em 25 mar. 2023.

PEREIRA, Z. T. G.; SILVA, D. Q. Metodologia ativa: Sala de aula invertida e suas práticas na educação básica. REICE: Revista Iberoamericana sobre Calidad, Eficacia y Cambio en Educación, v. 16, n. 4, p. 63-78, 2018. Disponível em: https://revistas.uam.es/reice/article/view/9957/10064. Acesso em: 31 mai. 2023.

RABELO, A. H. N., PEREIRA, J. G. N., BARROSO, M. C. D. S., SAMPAIO, C. de G. A Fragmentação das Ciências Químicas na BNCC: Uma Análise do Currículo Formativo no Ensino Médio. Revista Debates Em Ensino De Química, v. 10, n. 1, p. 22–38. 2024, DOI: https://doi.org/10.53003/redequim.v10i1.6067. Acesso em: 08 abr. 2026.

RESENDE, Giovani; MESQUITA, Maria da Glória B. F. Principais dificuldades percebidas no processo ensino-aprendizagem de Matemática em escolas do município de Divinópolis, MG. Educ. Matem. Pesq. São Paulo, v. 15, n. 1, 2013. Disponível em: 1764 (ufpe.br). Acesso em: 31 mai. 2023.

RODRIGUES, G. C.; ALENCAR, A. M. Z.; VAZ, F. A.; OLIVEIRA, C. P. Avaliação do desempenho do curso de nivelamento em Matemática na Universidade Federal do Pampa. In: ENCONTRO REGIONAL DOS ESTUDANTES DE MATEMÁTICA DA REGIÃO SUL, v. 20, p. 375.480-572, 2014. Disponível em: https://eventos.unipampa.edu.br/eremat/files/2014/12/RE_Rodrigues_032.375.480-572.pdf. Acesso em: 22 maio 2023.

SANTOS, R. N. S. Contribuições do Curso de Nivelamento em Matemática na disciplina de Cálculo I. Orientador: Disney Douglas de Lima Oliveira. 2018. 80 f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática) - Universidade Federal do Amazonas, Manaus, 2018. Disponível em: https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/6814. Acesso em: 31 maio 2023.

SÃO PAULO. Avaliação da Aprendizagem e Nivelamento: Caderno do Gestor. 1. ed. São Paulo: Secretaria da Educação, 2014. 55 p. Disponível em: https://midiasstoragesec.blob.core.windows.net/001/2018/03/caderno-de-avaliao-da-aprendizagem-e-nivelamento.pdf. Acesso em: 31 jan. 2023.

SCHMITZ, G. L.; RITTER, D.; SILVA, C. C. A Importância da Matemática no ensino de química: uma análise a partir da Teoria Fundamentada nos Dados: The importance of math in teaching chemistry: an analysis based in Grounded Theory. Revista Cocar, v. 17, n. 35, 2022. Disponível em: https://periodicos.uepa.br/index.php/cocar/article/view/5331. Acesso em: 28 fev. 2023.

SILVA, G. H. G. Educação Matemática e ações afirmativas: possibilidades e desafios na docência universitária. Cad. Pesqui. [online]. 2017, v. 47, n. 165, pp.820-846. ISSN 0100-1574. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/198053143986. Acesso em: 4 abr. 2023.

TALBERT, Robert. Guia para utilização da aprendizagem invertida no ensino superior. Porto Alegre: Penso, 2019. eBooks Assinatura. (1 recurso online). (Desafios da educação). ISBN 9788584291762. Disponível em: https://www.sistemas.ufu.br/biblioteca-gateway/minhabiblioteca/9788584291762. Acesso em: 23 mai. 2023.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA (MG). Evolução da Extensão na UFU. [S. l.]: Pró-reitoria de Extensão e Cultura, 27 set. 2021. Disponível em: http://www.proexc.ufu.br/servicos/evolucao-da-extensao-na-ufu. Acesso em: 4 abr. 2023.

VILLAS BOAS, B. M. de F. Virando a escola do avesso por meio da avaliação. Campinas, SP: Papirus, 2008.

Publicado

2026-04-20

Número

Sección

Relato de Experiência

Cómo citar

CURSOS DE NIVELACIÓN DE MATEMÁTICAS PARA EMPRENDEDORES UNIVERSITARIOS: : UN ANÁLISIS DE LAS PROPUESTAS DEL PROGRAMA EXTENSIONISTA XXXXX . (2026). Revista Ciências & Ideias ISSN: 2176-1477, 17(1), e26172825. https://doi.org/10.22407/2176-1477/2026.v17.2825

Artículos similares

1-10 de 649

También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.