Brazilian Journal of Agricultural and Environmental Science https://revistascientificas.ifrj.edu.br/index.php/bjaes <p><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">A Revista Brasileira de Ciências Agrárias e Ambientais - BJAES, com sede no Campus Pinheiral do IFRJ, é uma publicação técnico-científica, de periodicidade anual e fluxo contínuo de coleta de manuscritos.</span></span></p> <p><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Trata-se de uma publicação de acesso livre com sistema de dupla avaliação-cego.</span></span></p> <p><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">O periódico tem como objetivo divulgar a produção científica vinculada a instituições de ensino e pesquisa que trabalham com a temática da produção agropecuária, conservação e recuperação do meio ambiente.</span></span></p> <p><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Como a BJAES é um periódico sem fins lucrativos, não há cobrança de taxas. </span></span></p> <p><strong><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Seja um avaliador voluntário (ad hoc) da BJAES</span></span></strong></p> <p><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Encorajamos os leitores a se cadastrarem como avaliadores voluntários ( </span></span><em><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Ad hoc</span></span></em><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> ) dos manuscritos submetidos à BJAES.</span></span></p> <p><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Aos participantes será encaminhada declaração de parecerista (membro do corpo de avaliadores </span></span><em><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Ad hoc</span></span></em><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> ).</span></span></p> <p><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">_____________________________________________________________________________</span></span></p> <p> </p> pt-BR <p><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">O autor responsável pela submissão representa todos os autores do artigo e compromete-se a enviar, como documento complementar, uma carta de consentimento assinada por todos os autores, informando que estes têm permissão para submeter o texto, bem como assegurando que não há violação dos direitos autorais e nenhum tipo de plágio (incluindo autoplágio).</span></span></p> bjaes.cpin@ifrj.edu.br (Brazilian Journal of Agricultural and Environmental Science) bjaes.cpin@ifrj.edu.br (Dra. Shaiene Moreno Gouvêa) Thu, 07 May 2026 20:25:07 -0300 OJS 3.3.0.13 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) na alimentação escolar: potenciais, desafios e perspectivas https://revistascientificas.ifrj.edu.br/index.php/bjaes/article/view/2957 <p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">O modelo agroalimentar dominante na sociedade contemporânea tem se caracterizado por um sistema de produção e consumo que prioriza a produção em larga escala, em detrimento de uma alimentação saudável e sustentável. Esse contexto, refletido no sistema educacional e alimentar das escolas, gera insegurança alimentar e invisibiliza conhecimentos dos povos do território.</span></span> <span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">As plantas alimentícias não convencionais (PANC), com suas propriedades nutricionais e sustentáveis, emergem como uma alternativa valiosa para diversificar a dieta e valorizar a biodiversidade e os saberes tradicionais. Dessa forma, o trabalho objetivou investigar o potencial, desafios e perspectivas do uso das PANC na alimentação escolar, através de pesquisas bibliográficas e documentais. O estudo identificou diversos potenciais das PANC na alimentação escolar, destacando-as como uma estratégia para promover a segurança alimentar e nutricional. Nesse contexto, elas possuem um papel fundamental na promoção da biodiversidade alimentar e da alimentação decolonial e biodiversa, assim como na valorização dos saberes tradicionais. Também foi identificado que as PANC representam uma fonte promissora de nutrientes, bem como uma oportunidade para a exploração gastronômica. Seu potencial culinário é vasto e diversificado, oferecendo uma ampla gama de possibilidades criativas na cozinha. Ao valorizar e incorporar essas plantas na alimentação, é possível não apenas enriquecer a dieta com ingredientes saudáveis e saborosos, mas também promover a conservação da biodiversidade e a sustentabilidade ambiental. As PANC, no contexto escolar, podem contribuir para questionar esse modelo dominante agroalimentar e fomentar uma conexão maior entre os alunos e a natureza, contribuindo para uma educação mais crítica e consciente sobre os sistemas alimentares, considerando o território onde vivem. Apesar disso, foi identificado desafios de aceitação e consumo entre alunos, professores e gestores das escolas, o que demonstra a necessidade de formação, informação e criação de políticas públicas sobre PANC, visando contribuir para um sistema alimentar mais justo, saudável e ambientalmente sustentável.</span></span></p> Laís Souza Martins Rodrigues, Amanda Pires Lopes, Juliana de Oliveira Tostes, Cristiana do Couto Miranda Copyright (c) 2026 Laís Souza Martins Rodrigues, Amanda Pires Lopes, Juliana de Oliveira Tostes, Cristiana do Couto Miranda https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistascientificas.ifrj.edu.br/index.php/bjaes/article/view/2957 Tue, 05 May 2026 00:00:00 -0300 Viabilidade do método de biureto na determinação de proteínas em queijos: um estudo comparativo https://revistascientificas.ifrj.edu.br/index.php/bjaes/article/view/2986 <p>A determinação de proteínas em alimentos é importante tanto para a avaliação nutricional como também para garantir os padrões de qualidade do produto final. O método oficial, Kjeldahl, é preciso, mas demorado. Dessa forma, o objetivo do trabalho foi avaliar o método de Biureto como alternativa mais simples, rápida e econômica para a determinação de proteínas em queijos. Foram analisados três tipos de queijo (Camembert, Ricota e Tomme Negro D’Oeste) pelos dois métodos. Para avaliar o método foram determinadas exatidão e precisão, bem como testes prévios com diferentes solventes para extração de proteínas dos queijos.&nbsp; Dentre os solventes avaliados o hidróxido de sódio 0,5M demonstrou melhor desempenho. A exatidão foi maior na Ricota (73,4%), seguida do Camembert (35,0%) e Tomme Negro D’Oeste (29,4%). Todas as matrizes exibiram boa precisão (desvio padrão relativo &lt; 10%). A extração das proteínas do queijo utilizando o solvente NaOH 0,5M, shaker a 40°C e 170 rpm por 15 minutos e vórtex por 1 minuto foi a mais eficiente, no entanto ainda apresenta baixa recuperação das proteínas do queijo, desta forma a determinação de proteínas de queijos utilizando o método colorimétrico de Biureto não é uma alternativa para substituir o método oficial.</p> Heloísa Peraçoli Bonini, Kelly Cristina Massarolo Copyright (c) 2026 Heloísa, Kelly https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/ https://revistascientificas.ifrj.edu.br/index.php/bjaes/article/view/2986 Sat, 18 Apr 2026 00:00:00 -0300