PLANTAS MEDICINAIS, CONHECIMENTO LOCAL E ENSINO DE BOTÂNICA: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL

Dayana Ferreira da Silva, Marcelo Guerra Santos

Resumo


A utilização dos vegetais para fins preventivos, curativos e para o tratamento de enfermidades é considerada uma das práticas mais antigas para o restabelecimento da saúde. O presente trabalho tem como objetivo o levantamento do conhecimento local que os familiares dos alunos do 7° ano do Ensino Fundamental possuem a respeito de plantas medicinais. O estudo foi realizado no Colégio Estadual Alecrim, localizado em Monjolos, município de São Gonçalo, estado do Rio de Janeiro. A coleta de dados foi realizada por meio de questionários preenchidos pelos familiares dos alunos. Os alunos levaram para a sala de aula 94 amostras de plantas, dentre as quais o boldo apresentou o maior destaque. Foi possível constatar que a maioria das plantas tem suas folhas utilizadas no preparo de chás e para o tratamento de enfermidades que acometem o Sistema Digestório, como dores de barriga e estômago. As mesmas são cultivadas nos próprios quintais e as avós são as que mais fazem uso delas. Os conhecimentos acerca de tais plantas se dão por meio da tradição familiar, transmitidos de geração a geração, através da oralidade. A maioria dos entrevistados desconhece o potencial tóxico das plantas. As espécies medicinais coletadas pelos alunos foram herborizadas durante uma prática realizada em sala de aula e com as exsicatas foi confeccionado um álbum herbário para a comunidade escolar. A escola deve exercer o papel de valorização das experiências pessoais dos estudantes, despertando-lhes a atenção e a participação, ao permitir que os mesmos consigam relacionar suas práticas cotidianas com os conceitos trabalhados em sala de aula. Além disso, a escola representa um fértil local para o desenvolvimento de pesquisas etnobiológicas, onde os conhecimentos familiares podem dialogar com os conhecimentos escolares. 


Palavras-chave


Conhecimento popular; Etnobiologia; Ensino de Botânica

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DOI: http://dx.doi.org/10.22407/2017.v8i2.679

ISSN: 2176-1477